Boa prova e Boa sorte, futuros servidores do STJ!

Quando digo “Boa prova e Boa sorte”, falo de forma consciente que é necessário que esteja bem e descansado para colocar seus conhecimentos em prática e assim realizar uma boa prova, e é igualmente importante contar com aquela parcela de sorte. Sorte de cair o que foi estudado, para aqueles que não concluíram o estudo do edital, ou sorte de cair as matérias de maior domínio, para aqueles que conseguiram finalizar o estudo do conteúdo programático.

É importante destacar que hoje, um dia antes da prova, é o momento de pisar no freio e desacelerar. Descansar faz parte, até para não ocorrer o famoso “branco” quando há a sobrecarga de nosso cérebro. Na hora da prova? Sim, pois lá ocorrerá o pico de adrenalina. O que deu para aprender até aqui, ótimo! No mais, conte com aquela parcela de sorte. Faça à noite, pois, um programa tranquilo e prazeroso, ou simplesmente durma para recuperar sua energia.

Não fique tão ansioso! Será apenas mais uma prova de várias que ocorrerão. Se o plano A não der certo, não se preocupe, o alfabeto tem mais 25 letras.

Cuidados básicos merecem ser reforçados:

  • evite uma alimentação pesada e de fontes duvidosas;
  • durma bem esta noite;
  • acorde com a antecedência necessária para não correr o risco de perder a prova, no caso dos que prestarão concurso para analista;
  • durante a prova, alimente-se de preferência com barras de cereais que são fontes de fibras (favorecem a concentração) e beba muita água;
  • vista roupas confortáveis para não ser incomodado com o frio, nem com o calor;
  • saia com o caderno de prova para ter como verificar seus resultados e poder rever seus erros.

No mais, estou na torcida! Avise-me quando for tomar posse, pois irei recepcioná-lo, futuro servidor do STJ!



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Cotas para Concursos Públicos x Meritocracia

Eis um assunto tão polêmico: cotas. Desde as primeiras discussões para a reserva de vagas nas universidades, esse assunto tem sido muito falado.

Agora o foco é outro: os concursos públicos. No dia 20/5/2014, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 29/2014, que garante aos candidatos negros 20% das vagas de concursos a serem realizados por órgãos da administração pública federal, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. O citado Projeto de Lei foi sancionado pela presidente Dilma, dando origem à Lei n. 12.990, de 9/6/2014.

Segundo o senador José Sarney, ele foi um dos pioneiros a iniciar a discussão sobre cotas raciais no país há cerca de 15 anos. Afirma que se trata de mais uma discriminação positiva, como no caso dos deficientes físicos.

De acordo com informações coletadas do site do Senado,

O projeto determina ainda que a reserva de 20% será aplicada sempre que o número de vagas oferecidas no concurso seja igual ou superior a três. Ou seja, se forem três vagas, uma já fica reservada aos candidatos negros. A cota racial terá validade de dez anos e não se aplicará a concursos cujos editais tenham sido publicados antes da vigência da lei.
A proposta prevê punições caso seja constatada falsidade na declaração do candidato. As sanções vão da eliminação do concurso à anulação do processo de admissão ao serviço ou emprego público do candidato que fraudar os dados.
[...]
Humberto Costa [relator do projeto na Comissão de Constituição de Cidadania e Justiça] citou dados do Censo 2010, segundo os quais 50,7% da população brasileira são negros e mestiços, número que, entre os funcionários públicos federais, fica em apenas 30%. Quando os cargos são mais importantes, o índice cai ainda mais: entre os diplomatas apenas 5,9% são negros; nos auditores da receita são 12,3%; e na carreira de procurador da fazenda nacional, 14,2%.
Fonte: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/05/20/senado-aprova-cota-para-negros-em-concursos-publicos

Já no estado de Minas Gerais, no ano de 2013, foi feita a proposta de um projeto de lei para reservar 10% das vagas de concursos para usuários de drogas.

Segundo informações do site “O tempo”,

Diante da escassez de investimentos públicos para os tratamentos de usuários de drogas no Estado e da alta taxa de ocupação das vagas públicas destinadas a esse tipo de abordagem, Minas poderá adotar uma medida polêmica: reservar 10% das vagas em concursos públicos no Estado para dependentes químicos.
A sugestão foi feita pelo presidente da Comissão de Enfrentamento ao Crack, o deputado estadual Vanderlei Miranda [...], durante o ciclo de debates Um Novo Olhar sobre o Dependente Químico [...].
Fonte: http://www.otempo.com.br/cidades/usu%C3%A1rios-de-drogas-podem-ter-10-de-vagas-em-concurso-1.670509

O que pensar sobre a implantação de cotas raciais também para concursos públicos?

Por outro lado, o que considerar sobre a reserva de vagas para usuários de drogas? Será que é a melhor medida para sanar uma questão que não está sendo resolvida pelo Estado? Ou produzirá exatamente o efeito contrário ao que se espera? Em outras palavras, uma vez concursado, o que um dependente químico faria com a remuneração recebida? Buscaria ele tratamento ou consumiria mais drogas?

Acredito que não seja do conhecimento de todos, mas o servidor público dependente químico, em regra, é aposentado por invalidez com proventos proporcionais – percebendo, no mínimo, um salário mínimo. É desse modo que o governo pretende sanar a questão dos usuários de drogas? Ingressa no serviço público por cota e, em seguida, se aposenta por invalidez onerando ainda mais os cofres públicos?

Em suma, teríamos cotas para pessoas com deficiência (até 20% – nos termos da Constituição Federal e da Lei n. 8112/1990), raciais (20%) e para usuários de drogas (10%) – caso esse projeto seja aprovado e a ideia se estenda para a esfera federal. Assim, 50% das vagas de um concurso seriam reservadas?

Como se não bastasse, no ano de 2013, a então senadora Marta Suplicy declarou guerra à família tradicional. De acordo com o blog “O povo”:

Conhecida por sua postura pró-LGBT apoiou a apresentação do anteprojeto do Estatuto da Diversidade Sexual ao, então, presidente do Senado José Sarney. Entre outras matérias referentes ao tema, Marta Suplicy defende a suplantação de datas comemorativas como “Dia das Mães” e “Dia dos Pais” para não constranger crianças criadas por pares homossexuais e cotas nos concursos públicos para homossexuais.
Fonte: http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/marta-suplicy-defende-extincao-do-dia-das-maes-para-nao-ofender-gays/

A realização de concursos públicos sempre se fundamentou pela meritocracia, será que isso está se perdendo? Que perspectivas teremos para o futuro?



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Coaching – Treino para a vida

Está na moda buscar ajuda profissional para tudo: perder peso, mudar de carreira, passar em um concurso, administrar o tempo e a conta bancária. E o nome da vez é coaching. [...]

O coaching pode ser um processo de aumento de resultados, pessoais ou profissionais. Pode ser uma espécie de treinamento, como nos esportes – é daí que vem o termo, em inglês – para que se alcance metas. Pode ser uma parceria e um processo de autodescobrimento. Ou pode ser tudo isso. A palavra é um tanto quanto nova no vocabulário do brasileiro. Apareceu por aqui há não mais do que 15 anos e há cinco vem ganhando certa fama. Mesmo nos Estados Unidos, onde surgiu, não é algo muito antigo: especialistas calculam três décadas de existência. Acredita-se que o conceito tenha sido herdado do esporte de alto rendimento: a ideia de que a figura de um técnico, o coach, pode ser a chave para guiar uma pessoa ao sucesso, no esporte, nos negócios e na vida pessoal, por meio de estratégias bem definidas e traçadas ao longo de um processo que dura, em média, quatro meses.

Não confunda:
- Coach: profissional que conduz o processo.
- Coaches: plural de coach
- Coachee: aquele que passa pelo processo de coaching
- Coaching: o processo

A história não é consenso. A definição também não. Mas o uso do serviço de coaching, [...], tem criado no Brasil um nicho de mercado considerável, a ponto de alguns chamarem de “profissão do futuro”. [...]

[...]

O título, no entanto, não é exclusivo de administradores ou pessoas com longas carreiras em cargos executivos. Tampouco de psicólogos ou educadores físicos. Apesar disso, a técnica soa muitas vezes como uma sessão de terapia: promove autoconhecimento, melhora relacionamentos, estimula crescimento pessoal. Coaches e psicólogos avisam: não passa de confusão. Por vezes, as duas profissões se estranham. “A verdade é que ambos, bons coaches e bons terapeutas, lidam com conflitos internos”, diz o psicólogo Michael Bader, doutor pela Universidade de São Francisco, nos Estados Unidos. “Os coaches hoje estão se organizando como profissionais, mas usam fundamentos básicos da terapia, como ouvir ativamente, empatia, se colocar do lado do paciente… Coisas que o psicólogo Carl Rogers enfatizava mais de 50 anos atrás. Claro que existe muito criticismo e maledicências. Mas, no fim, todo mundo que alimenta essa rixa está errado, se autopromovendo por motivos financeiros e de status.”

O fato é que o mercado não dá sinais de que o coaching é apenas modismo – pelo contrário. Estima-se que existam hoje mais de 45 mil coaches no mundo. [...]

No Brasil, fica claro que o coaching tem ganhado adeptos. Aos poucos, o método deixa de ser visto como uma prática corporativa e conquista executivos, gente que quer mudar de carreira, emagrecer, passar em concursos, ser um líder melhor, ter melhores relacionamentos. Ao mesmo tempo, pessoas deixam carreiras estáveis e bem sucedidas e, às vezes, os próprios negócios, para serem os treinadores. [...]

[...]

Não caia no conto

Por ser uma profissão tão recente e sem regulamentação, fica difícil saber a quem recorrer antes de contratar um profissional de coaching. Na hora da verdade, o que vale é a identificação com o coach. Ainda assim, alguns profissionais dão dicas para fazer a escolha certa.

[...]

- Nenhum currículo é melhor do que as referências do coach: quem ele já atendeu e quais foram os resultados.
- O processo de coaching tem início, meio e fim. Tem data para começar e terminar, determinadas antes do início do programa. Não acredite em profissionais que cobrem por uma só sessão, estendendo o processo indefinidamente.
Há um denominador comum entre os coaches facilmente percebido em poucos minutos de conversa: a justificativa dada para explicar por que deixaram carreiras estáveis, cargos executivos, empregos públicos com altos salários para se dedicarem a um futuro nebuloso em um novo ramo de atuação. Paixão, eles dizem. [...]

[...]

Aposta com retorno garantido

A carioca Anna Carolina Pagano, 32 anos, passou de concurseira a servidora pública do Ministério Público da União há oito meses, depois de um “treinamento” com coach. “Ele me economizou dois ou três anos de estudo.” Desde que concluiu a faculdade de direito, Anna Carolina sonhava com uma vaga na promotoria. Estudando no Rio de Janeiro, viu que dificilmente passaria em uma prova aqui na capital. Mudou-se de vez para Brasília em 2006.

Sem dinheiro, começou a trabalhar, paralelamente, como advogada em um escritório particular. Acabou deixando os estudos de lado, mas, um ano depois, foi demitida e se viu obrigada a voltar para o Rio. Em 2012, no entanto, Anna quebrou o cofrinho, juntou tudo o que tinha na poupança e voltou para Brasília. “Vim com o dinheiro contado. Aluguei uma quitinete na Asa Sul e tinha pressa de passar, porque meu dinheiro estava acabando”, lembra. Quando conheceu o coaching, em 2013, pareceu uma excelente ideia. “Eu estava desesperada. Ou passava ou ia acabar tendo que voltar para o Rio. Resolvi apostar”, conta.

Durante o processo de coaching, Anna entendeu que deveria desistir da promotoria em curto prazo e focar nas vagas para analista, já que ela tinha urgência, e parar de fazer qualquer concurso que surgisse pelo caminho para prestar somente aqueles nos quais ela realmente teria chances. Também foi orientada a organizar a grade de estudos de forma que eles rendessem. “Hoje, eu tenho plena convicção de que eu não passava porque não sabia organizar meu material. Eu conseguia resumir capítulos de 100 páginas em quatro, mas depois não voltava para reler os resumos. Além disso, você tende a dar mais importância às matérias de que você gosta mais”, relembra.

Fora a parte prática do processo – organizar, focar, fazer e passar -, ela conta que o coaching a ajudou também a sair da zona de conforto. “Se você pensar bem, é melhor você passar as tardes estudando numa biblioteca do que trabalhando. Então, essa situação acaba ficando confortável. O coaching me acordou para isso”, conta. O alívio da advogada veio um mês depois do fim das suas sessões de coaching: ela obteve a segunda maior pontuação no DF para o cargo ao qual disputava, em uma concorrência de 220 candidatos para cada vaga. Tomou posse de sua vaga em outubro e a agonia de viver de poupança finalmente chegou ao fim. Por enquanto, o sonho da promotoria está em segundo plano. “Eu estou trabalhando em uma área que gosto muito e o cargo de analista está me satisfazendo. Se um dia quiser, volto a estudar da forma que aprendi.”

Entrevista\Damian Goldvarg

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Damian Goldvarg, atualmente diretor global da instituição [International Coach Federation], é PhD e tem mais de 20 anos de experiência em assessoria executiva para empresas, desenvolvimento de lideranças e planejamento estratégico. [...]

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Qual a diferença entre coaching e psicoterapia?

Pela sua natureza e definição, coaching é diferente de outras atividades, incluindo terapia. A terapia lida com curar a dor, disfunções e conflitos em um indivíduo ou em um relacionamento. O foco geralmente é resolver dificuldades que vêm desde o passado e que atrapalham o funcionamento emocional no presente. O coaching, por outro lado, é focado no futuro e dirigido pelo cliente. Ele dá suporte ao crescimento pessoal e profissional baseado na mudança da iniciativa própria e na perseguição de resultados bem específicos.

Por que o sucesso repentino dos programas de coaching no mundo e por que ele tem sido considerado a profissão do futuro?

A popularidade do coaching vem crescendo há muitos anos. A razão para isso é simples: o coaching dá resultados! Clientes que participaram de um processo de coaching relatam um aumento considerável na autoconfiança, nas relações interpessoais e na comunicação, no equilíbrio entre trabalho e vida, no planejamento do tempo e na performance profissional. Em um mundo incerto e complexo, o coaching empodera pessoas e organizações, honrando a criatividade, os recursos e o todo de cada cliente.

[...]

Fonte: Correio Braziliense. Edição de domingo, 30 de março de 2014. Revista do Correio. Ano 9. Número 463.



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STJ: próximo concurso e vantagens oferecidas pelo órgão

O último concurso do STJ para os cargos de Analista Judiciário, Área Administrativa (AJAA) e Área de Apoio Especializado – Informática e de Técnico Judiciário, Área Administrativa (TJAA) e Área de Apoio Especializado – Informática foi homologado em 17/12/2008, por meio do Edital n. 11, de 16/12/2008, publicado no DOU de 17 seguinte, com prazo de validade de 2 anos, prorrogável por igual período – prorrogação esta que ocorreu nos termos do Edital n. 1, de 1°/12/2010, publicado no DOU de 2 subsequente. Ou seja, em 17/12/2012 o citado concurso venceu. Passou-se mais de um ano sem a publicação de novo edital.

Observando o quadro de convocados, podemos constatar que todos os 100 aprovados para o cargo de AJAA foram convocados. Já no cargo de Analista, Área de Informática, tivemos 47 convocados. Com relação aos Técnicos, chegamos ao impressionante número de 619 convocados para TJAA e para a Área de Informática foram 47. Vale lembrar que muitos desistem da convocação ou vagam seus cargos devido à aprovação em outro concurso público.

O cargo de Analista Judiciário, Área Judiciária também foi objeto do concurso de 2008, porém, tendo em vista o esgotamento da lista dos aprovados (118), tornou-se necessária a realização de novo certame. Tal medida ocorreu em 2012, oportunidade na qual foi aberta a seleção também para os cargos de Analista Judiciário, Área de Apoio Especializado – Biblioteconomia, Área de Apoio Especializado – Medicina – Ramo: Clínica Médica, Área de Apoio Especializado – Medicina – Ramo: Psiquiatria, Área de Apoio Especializado – Psicologia e Área Judiciária (AJAJ) e de Técnico Judiciário, Área de Apoio Especializado – Telecomunicações e Eletricidade. A validade desse concurso também é de 2 anos, prorrogável por igual período. O concurso para os cargos de Analista Judiciário foi homologado em 20/7/2012, por meio do Edital n. 8, de 19/7/2012, publicado no DOU de 20 seguinte. Já o de Técnico Judiciário nos termos do Edital n. 9, de 20/7/2012, publicado no DOU de 23 subsequente.

Enquanto não há a realização de concurso para os cargos que já não possuem certame vigente, aprovados em outros concursos do Poder Judiciário são convocados para preencherem as vagas decorrentes principalmente de posse em cargo inacumulável e aposentadoria. A realização de novo processo seletivo é iminente, tendo em vista o alto número de vacâncias, motivadas muitas vezes pela desvalorização pela qual passa o judiciário.

Como motivação para aqueles que aspiram um cargo no judiciário, em especial no STJ, posso afirmar que lá existem restaurantes self service e a la carte, agências bancárias, agência dos correios, serviço médico e odontológico para triagem ou emergências, farmácia, locadora, salão de beleza para as mulheres, aulas de dança, dentre outras facilidades.

O servidor do STJ perceberá em início de carreira a remuneração bruta de R$ 6.177,75, no caso de Técnico Judiciário, e de R$ 9.615,80, caso seja Analista Judiciário, já incluído em ambos os casos o Auxílio Alimentação de R$ 751,96 (Portaria Conjunta n. 1/2014 do Poder Judiciário). Referidos valores foram calculados considerando a última parcela do ajuste conferido pela Lei n. 12.774/2012 que se dará em jan/2015.

O servidor que se capacitar poderá ampliar sua remuneração com a percepção do chamado Adicional de Qualificação – AQ. A cada 120 horas em cursos, o servidor tem direito ao adicional de 1% sobre o vencimento, limitando-se a 3%. Já a pós-graduação pode conferir os percentuais de 7,5%, 10% e 12,5%, desde que seja, respectivamente, especialização, mestrado ou doutorado. O STJ incentiva a capacitação de seus servidores, com programas de pós-graduação e oferecimento de cursos presenciais e à distância. Sempre há curso disponível.

Interessante lembrar também do Plano de Saúde dos Servidores o PRÓ-SER que ultimamente passou por algumas reestruturações, mas continua sendo ótimo com ampla lista de credenciados e preços acessíveis.

Quando ingressei no Tribunal em 2009 a carga horária era de 6h/dia, o que trazia uma qualidade de vida imensurável. Infelizmente, devido a um normativo publicado pelo Conselho Nacional de Justiça, o Tribunal passou a adotar as 7 horas diárias corridas. A princípio 1 hora parecia fazer pouca diferença, mas na prática não foi. Há um grupo que luta pelo retorno das 6h/dia, contudo não sei se será bem sucedido.

De modo geral sou fã de carteirinha do STJ e acredito que você, concurseiro e concursando, também será caso venha a ingressar lá.



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Coaching x Consultoria

Dentre as diversas consultas recebidas a respeito do coaching para concursos, há dúvidas relacionadas à prestação de serviços que em grande parte existem devido à confusão de conceitos. Não é possível atribuir tal ocorrência ao mero desconhecimento por parte do concursando acerca do assunto, mas também à falta de conhecimento dos próprios profissionais que dizem prestar serviços de coachingenquanto trabalham com consultoria.

Quais são as diferenças entre a consultoria e o coaching para concursos públicos?

Do site Wikipédia, é possível extrair as características do consultor:

[...]. Segundo Peter Block (1991), “o consultor é uma pessoa que, por sua habilidade, postura e posição, tem o poder de influência sobre pessoas, grupos e organizações, mas não tem poder direto para produzir mudanças ou programas de implementação“. (grifo nosso)
[...]
Um consultor, como qualquer outro profissional ligado à área empresarial, deve ter como característica pessoal o que se chama de “CHA” no estudo da administração de empresas, ou seja, deve possuir conhecimentos, habilidades e atitudes. Não basta saber o que fazer, é preciso saber como e querer fazer algo.

Na definição apresentada pelo mesmo site, o coaching:

é um processo definido como um acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) para atingir a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o cliente na busca de realizar as metas de curto a longo prazo através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.

coach de concursos públicos, em outras palavras, é o profissional que trabalha diretamente com o candidato, buscando auxiliá-lo em sua preparação para o concurso público, otimizando o tempo de estudo e identificando os erros e dificuldades neste processo de preparação.

Observe que já temos uma diferença básica: o consultor não tem poder direto para produzir mudanças! Isso ocorre porque apesar de identificar os problemas do candidato em sua preparação e indicar a solução, o consultor não acompanha o cliente nessa fase crucial que é a efetiva execução de tudo o que foi sugerido por meio da consultoria. Por isso, a consultoria se dá apenas por sessões e com horário marcado.

A palavra coaching significa treinamento, e coach, treinador. Fazendo a analogia com um time de futebol, por exemplo, o treinador necessita estar em constante contato com a equipe para frequentemente apontar os erros e valorizar os acertos até a efetivação da prova final: o jogo. Imagine se ele aparecesse apenas algumas vezes para dar dicas e conselhos para o time, o que poderíamos esperar? Que alguns jogadores iriam realmente seguir à risca a orientação, porém outros rapidamente esqueceriam ou não levariam a sério o que ouviram.

Com o coaching a proposta é diferente, há as características de uma consultoria, porém em caráter contínuo. Ou seja, o contato é diário desde a contratação dos serviços até o objetivo final, qual seja, a prova do concurso. Dessa forma, é possível efetivamente acompanhar o candidato e orientá-lo, buscando sempre corrigir os erros na fase da preparação e incentivá-lo a continuar firme na batalha pelo tão sonhado cargo público.



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Coaching x Docência

coaching e a docência constituem ofícios que não se confundem. Enquanto a docência se presta ao ensinamento de conteúdos, o coaching trata da forma utilizada para estudá-los, com ênfase na orientação (elaboração de grade horária de atividades, análise bibliográfica, dentre outras atividades).

Logo, para uma boa prestação de serviços, não é necessário que o coach domine os assuntos cobrados no concurso público, pois sua atividade volta-se tão somente ao planejamento dos estudos. O público alvo desse trabalho são, pois, os concursandos que necessitam de disciplina e orientação.

A tríade da aprovação é composta por foco, planejamento e determinação. O foco pode ser definido pelo concursando, ou após a orientação do coach quanto à tomada de decisões. Já o planejamento fica a encargo do coach, restando ao concursando apenas a obrigação de estudar e registrar seus resultados para, no Controle de Resultados, obter um retorno acerca de seu desempenho. Por fim, a determinação é essencial para que o coachee mantenha a rotina diária de estudos, visando a um único objetivo: a tão sonhada aprovação. E quando faltar motivação, será prestado pelo coach o apoio necessário para que o coachee não perca seu foco e continue a estudar com garra.

O principal pilar do coaching para concursos é, pois, a orientação. Em suma:
-não há fronteiras para a prestação de serviços, ela é predominantemente virtual, há clientes tanto no DF, como em outros Estados;
-não há área/ramo específico de atuação, tenho/tive coachees que se preparam/prepararam para os seguintes concursos: Assistente Técnico-Administrativo do Ministério da Fazenda, Técnico do BACEN, Técnico da Defensoria Pública-SC, Técnico do MPU, Técnico Judiciário do TJDFT, Técnico Judiciário do TST, Técnico Judiciário do STJ, Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados, Analista Administrativo da ANAC, Analista do BACEN, Analista Judiciário do TRT 10ª região, Analista Judiciário do TST, Analista Judiciário do STJ, Auditor Federal do TCU, Diplomata do IRB, Delegado da Polícia Civil-DF, Procurador do BACEN, Promotor de Justiça do MPSP, dentre outros.

E como é mensurado o sucesso do coaching para concursos públicos?

No caso dos cursos preparatórios, quanto maior o número de aprovados, mais eficiente se mostram os métodos do corpo docente. Já no coaching, pode-se dizer que o trabalho foi de sucesso, caso o coachee tenha, dentre outros resultados, adquirido disciplina nos estudos, concluído o estudo do edital objeto dos estudos, aprendido a priorizar seu objetivo (mantendo um foco definido), se equipado com boas fontes bibliográficas. A aprovação em concurso público é o objetivo final, que depende de diversos fatores a serem perseguidos pelo coachee: empenho, cumprimento das orientações repassadas pelo coach, aquisição da bibliografia recomendada, dentre outros. Trata-se de uma parceria, na qual o diálogo e o comprometimento são cruciais.

Em linhas gerais, para que seja conquistado esse objetivo final, é necessário buscar o conhecimento e preparar-se com disciplina. É importante identificar qual é a deficiência do concursando, se é relacionada:
-ao conhecimento;
-à disciplina/planejamento do estudo; ou
-ao conhecimento e à disciplina/planejamento do estudo.

Os dois últimos grupos compõem o público alvo para o desenvolvimento dos serviços de coaching para concursos públicos, visto que, repise-se: o foco está na orientação/planejamento do estudo.



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Publicado edital do MPU

Hoje, dia 21/3/2013, foi publicado o edital do concurso do MPU, um pouco antes do previsto. A banca examinadora é o CESPE.

Existem vagas para dois cargos: Analista – Área de Atividade: Apoio Jurídico e Técnico – Especialidade: Administração.

As fases do concurso de Analista compreendem a realização de prova objetiva com 120 itens e prova discursiva, enquanto para técnico só será aplicada prova objetiva, com 120 itens também.

As provas serão realizadas em 19 de maio de 2013, sendo a de Analista pela manhã e a de Técnico à tarde.

O critério de correção da prova objetiva utilizará a regra em que um item errado anula um certo.

A validade do concurso será de 2 anos, prorrogável por igual período.

Existem vagas para todo o Brasil, porém Brasília possui o maior quantitativo: 9 para o cargo de Analista e 38 para o de Técnico.

O conteúdo programático para o cargo de Técnico se assemelha ao cobrado no concurso do CNJ.



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Reajuste do Poder Judiciário da União e do MPU

No dia 31/12/2012, foi finalmente publicada a lei que altera a de n. 11.416, de 15/12/2006, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU), concedendo reajuste aos mencionados agentes públicos.Após 4 anos na busca por um reajuste que, no mínimo, igualasse as remunerações dos servidores do judiciário às de carreiras análogas de outros poderes – passando pela proposta de mudança do modelo remuneratório para o subsídio, pelo pleito de 56% de reajuste no atual modelo, rebaixado para 33% – a Lei n. 12.774, de 28/12/2012, instituiu um aumento de cerca de 26,66%, caso sejam considerados apenas o “vencimento” e “Gratificação Judiciária (GAJ)”, por meio da majoração da citada gratificação de 50 para 90%, a ser implementada em três parcelas jan/2013 (62%), jan/2014 (75,2%) e jan/2015 (90%).Houve também a redução de 15 para 13 padrões nas carreiras de auxiliar, técnico e analista judiciários. Aos atuais servidores, houve um reenquadramento (com a mudança de nomenclatura). Àqueles que ingressarem no PJU a partir de então, iniciarão suas carreiras no antigo padrão A3, atual A1, e com 13 anos chegarão ao seu fim.

Em suma, neste ano, as remunerações brutas iniciais das carreiras de técnico e analista Judiciários, considerando vencimento, GAJ (62%), VPI e Auxílio-Alimentação (R$ 710,00 – Tribunais Superiores), serão iguais a:

Técnico Judiciário: R$ 5.345,03
Analista Judiciário: R$ 8.276,42

Ao final da implementação do aumento, em jan/2015, as carreiras de técnico e analista judiciários, considerando vencimento, GAJ (90%), VPI e Auxílio-Alimentação (R$ 751,96 – Tribunais Superiores), passarão a ser como se segue:

Técnico Judiciário
- Início de carreira: R$ 6.177,75
- Final de carreira: R$ 9.313,97*

Analista Judiciário
- Início de carreira: R$ 9.615,80
- Final de carreira: R$ 14.761,44*

*Considerando também o adicional de qualificação (AQ) de 10,5% (3% referente à realização de 360 horas de cursos e 7,5%, de curso de especialização).

Efetuando o cálculo com todas as parcelas da remuneração, aos atuais servidores do judiciário (que não possuem vantagens pessoais nominalmente identificadas – VPNI), o percentual de aumento real será entre 22,2 e 23,6%. Já os futuros servidores ingressarão percebendo remunerações superiores às anteriormente praticadas, com a diferença percentual entre 28,5 e 30,3%.

É nítida a tentativa de valorização das carreiras dos servidores do PJU, visto que os que almejam ingressar nesse poder perceberão maiores benefícios que os que já se encontram nele.

As mesmas considerações valem para as carreiras do Ministério Público da União (MPU), reguladas pela Lei n. 11.415, de 15/12/2006, alterada pela Lei n. 12.773, de 28/12/2012.

Ressalte-se que no caso do MPU, o reenquadramento dos servidores se deu na mesma classe na qual se encontravam. Já no PJU, haverá casos em que o servidor será “despromovido”, visto que da classe “B” poderá retornar à “A”, ou da “C” à “B”. Como é o caso daqueles que estavam nos padrões B6, B7, C11 e C12. Aberrações jurídicas constantes de uma lei redigida às pressas, apesar do longo tempo de discussão.

*Texto atualizado em 21/2/2015



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Principais pontos do edital do Ministério da Fazenda 2012 – Assistente Técnico-Administrativo

DADOS GERAIS

Banca: Escola de Administração Fazendária (ESAF)
Remuneração inicial: R$ 2.858,82, incluídas as gratificações
Pré-requisito: ensino médio concluído ou equivalente
Número de vagas:
-DF: 305 (geral) + 17 (PNE)
-SP: 133 (geral) + 8 (PNE) 
Período de inscrição: das 10h do dia 13/8/2012 às 23h59 do dia 26/8/2012
Data prevista para aplicação das provas: 21/10/2012
Prazo de validade do concurso:  1 ano, prorrogável, uma única vez, por igual período

DAS PROVAS

Prova objetiva de Conhecimentos Básicos (60 pontos):
- Língua portuguesa (20 questões – peso 2 = 40 pontos)
- Raciocínio Lógico-Quantitativo (10 questões – peso 1 = 10 pontos)
- Conhecimentos de Informática (10 questões – peso 1 = 10 pontos)

Prova objetiva de Conhecimentos Específicos (70 pontos):
- Direito Administrativo e Constitucional (20 questões – peso 1 = 20 pontos)
- Arquivologia (20 questões – peso 2 = 40 pontos)
- Gestão Pública (10 questões – peso 1 = 10 pontos)

Valor total das provas: 130 pontos

Notas de corte:
- 16 dos 40 pontos ponderados da prova de Língua Portuguesa
- 30 dos 60 pontos ponderados da prova de Conhecimentos Básicos
- 35 dos 70 pontos ponderados da prova de Conhecimentos Específicos
- 78 dos 130 pontos ponderados do valor total das provas

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONHECIMENTOS BÁSICOS
- Língua Portuguesa
- Raciocínio Lógico-Quantitativo
- Conhecimentos de Informática

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
- Direito Administrativo e Constitucional
- Arquivologia
- Gestão Pública



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Principais pontos do edital do TRT 10ª região 2012 – Tecnico Judiciário, Área Administrativa

DADOS GERAIS

Banca: Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE)
Jornada de trabalho: máximo de 40 horas semanais
Remuneração inicial: R$ 4.052,46 (na prática, considerando o auxílio-alimentação e o adicional de qualificação (3%): R$ 4.842,82)
Pré-requisito: diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de ensino médio ou curso técnico equivalente, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC)
Número de vagas: 15 (geral) + 1 (PNE) + cadastro reserva
Período de inscrição: das 10h do dia 19/7/2012 às 23h59 do dia 20/8/2012
Duração das provas objetivas e discursiva: 4h30
Data prevista para aplicação das provas: 11/11/2012
Período: vespertino
Prazo de validade do concurso:2 anos, prorrogável, uma única vez, por igual período

FASES DO CONCURSO

PROVAS OBJETIVAS
- Conhecimentos básicos (50 itens)
- Conhecimentos específicos (70 itens)
Valor das provas objetivas: 120,00 pontos
Critérios de avaliação:
- +1,00 ponto, caso a resposta esteja em concordância com o gabarito
- -1,00 ponto, caso a resposta esteja em discordância com o gabarito
- 0,00 ponto, caso não haja marcação ou haja marcação dupla
Notas de corte:
- 10,00 dos 50,00 pontos da prova de Conhecimentos Básicos
- 21,00 dos 70,00 pontos da prova de Conhecimentos Específicos
- 36,00 dos 120,00 pontos do valor total das provas

PROVA DISCURSIVA
Obs.: Serão corrigidas as provas discursivas dos primeiros 475 classificados nas provas objetivas da lista geral, e dos 25 primeiros da lista de PNE
Valor: 10,00 pontos
Prova: redação de texto dissertativo, de no máximo 30 linhas, relativa aos conhecimentos básicos ou específicos
Nota de corte das provas discursivas: 5,00 pontos

Nota final do concurso: Nota das provas objetivas + Nota da prova discursiva

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONHECIMENTOS BÁSICOS
- Língua Portuguesa
- Noções de Informática
- Noções de Legislação
- Noções de Administração
- Atualidades

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
- Noções de Direito Constitucional
- Noções de Direito Administrativo
- Noções de Administração Pública
- Noções de Administração de Recursos Materiais
- Noções de Orçamento Público



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