Carreira e Finanças – GNT (globo.com)

Pessoal,
Na matéria publicada no site GNT da globo.com, em 24/9/2012, coluna “Carreira e Finanças”, com o título “Como estudar para concursos públicos: aprovados dão dicas”, existem 5 preciosas dicas para que se diferenciem da concorrência.
Segue link para acesso, onde poderão encontrar trecho da entrevista por mim concedida: http://gnt.globo.com/carreira-e-financas/dicas/Como-estudar-para-concursos-publicos–aprovados-dao-as-dicas.shtml
Abraços,
Marcelo Hirosse


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Jornal Correio Braziliense – Caderno “Eu, concurseiro”

Pessoal,
Em entrevista ao Jornal Correio Braziliense, relatei um pouco da minha trajetória nos concursos públicos. A matéria foi publicada no caderno “Eu, concurseiro”, edição do dia 15 de fevereiro de 2010.
Esse jornal circula em Brasília.
Segue cópia da versão disponibilizada na web e transcrição da entrevista.
Abraços,
Marcelo Hirosse
 

Na festa de réveillon de 2006, o desejo de Marcelo Hirosse, 25 anos, era a aprovação no concurso do Banco Central (Bacen). Tanto que passou o dia 31 em um cursinho. “Cada minuto era essencial para mim”, lembra. Em 2008, ele foi aprovado na seleção do Superior Tribunal de Justiça (STJ). E não teve que pular sete ondas ou comer sementes de romã. “Um dos meus segredos foi o foco. É preciso ter apenas um concurso em mente. O esquema é acordar, estudar, dormir e respirar pensando no concurso dos seus sonhos.”

Na época da preparação para o Bacen, o estudante tinha que conciliar o trabalho de monitor com o curso de engenharia de redes de comunicação, que fazia na Universidade de Brasília (UnB). Mas ele assume que o mais difícil era deixar de ir aos happy hours com os amigos. O único dia em que ele se permitia descansar era aos sábados. “Fazia um programa mais leve, como ir ao cinema”, conta.

Marcelo estava tão empenhado em conseguir a aprovação que até cronometrava o tempo de estudos. “Queria saber quantas horas líquidas eu efetivamente passava frente aos livros. Quando eu ia ao banheiro, eu parava o cronômetro”, conta. Mas isso não durou muito. Depois de dois meses e meio da pesada rotina, veio a recompensa. “Fiquei na 26º colocação, para técnico do Bacen. Eram 35 vagas”, relembra.

Mas o concurseiro decidiu não parar. Depois que se formou na UnB, o desejo por tentar algum concurso de nível superior foi aumentando. Ele resolveu estudar novamente as matérias básicas, como português, direito constitucional e administrativo, até decidir qual seria o próximo exame. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) transformou-se na nova meta. “Os generosos auxílios, os recessos, a carga horária reduzida e as muitas funções comissionadas, me ajudaram a tomar a decisão”, conta.

Como já havia se preparado para um grande concurso, Marcelo resolveu apenas aprimorar as técnicas que havia utilizado. “Para o Bacen, não faltei nenhuma aula do cursinho. Já para o STJ, fui mais seletivo e estratégico”, explica. Mas uma coisa não mudou: o foco e a determinação do candidato. “Não consegui seguir aquela teoria de relaxar antes da prova”, brinca.

E como se trata de dois grandes concursos, almejados por vários estudantes, as comparações se tornam inevitáveis. “Provas da FCC são normalmente mais fáceis. Foi preciso acertar 55 questões das 60 para garantir minha vaga no Bacen. Quando fui realizar a prova, foquei em saber basicamente o texto seco da lei, pois é assim que a FCC cobra. Já para a prova do Cespe, tentei identificar as possíveis aplicações do conteúdo cobrado”, lembra.

Com o objetivo alcançado e realizado profissionalmente e financeiramente, Marcelo finalmente consegue descansar. “A única coisa em que preciso focar, agora, é em me divertir com os meus amigos”, brinca.



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Jornal dos Concursos & Empregos – versão impressa

Pessoal,
Em entrevista ao Jornal dos Concursos & Empregos (JC), edição de nº 1512, de 21 a 27 de novembro, a respeito do concurso do Banco Central, dei algumas dicas para os concursandos.
Esse jornal é de São Paulo e tem distribuição em outras cidades do Brasil.
Abraços,
Marcelo Hirosse


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Resumo da minha trajetória de concurseiro

Pessoal,
Segue link do depoimento, abaixo reproduzido, que dei ao Grancursos:
http://www.grancursos.com.br/novo/portal/?/43/67/Cheguei-la/marcelo-hirosse—5º-lugar-no-stj
Abraços,
Marcelo HirosseCHEGUEI LÁ!

Marcelo Hirosse – 5º Lugar no STJ
Publicado em 05/12/2008

Meu nome é Marcelo Hirosse, tenho 24 anos e acabei de ser aprovado em 5º lugar no concurso do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para o cargo de Analista Judiciário – Área Administrativa. Atualmente sou Técnico Administrativo do Banco Central do Brasil (BACEN), passei no concurso de 2005. Na mesma época, também fui aprovado em 2º lugar no concurso da CAESB para o emprego de Técnico em Telecomunicações.

Sou formado em Engenharia de Redes de Comunicação pela UnB e foi justamente no meio de uma das diversas greves da universidade que resolvi estudar para o meu primeiro concurso, o do BACEN. Passei inclusive por uma situação hilária: apareci em uma reportagem feita no dia 31 de dezembro de 2005, na sala de estudos do Obcursos, na qual a repórter falava algo como: “É incrível como em plena virada do ano existam pessoas que largam suas famílias para se dedicar aos estudos em busca da tão sonhada vaga no serviço público”. E lá estava eu. Consegui o 26º lugar nesse concurso que tinha 35 vagas.

Para conquistar meu objetivo, privei-me dos “happy hours”, principalmente no meio da semana, de algumas horas de sono, de momentos de lazer no geral. Essa foi realmente a parte difícil, pois é necessário quebrar a rotina e entrar em uma fase de dedicação aos estudos. Reservava apenas um dia para sair, normalmente o sábado, pois podia acordar um pouco mais tarde no domingo, isso quando não havia aula, o que foi algo raro. Fiz o cursinho completo com início após a publicação do edital do concurso, o que por um lado é bom, pois as aulas são focadas no que realmente vai ser cobrado na prova, e por outro lado, ruim, porque o ritmo é intenso, praticamente em todos os dias existe aula marcada e, conseqüentemente, o tempo de estudo individual fica reduzido.

Fiz apenas dois cursos completos até hoje, ambos no Obcursos, um para o Banco Central do Brasil e o outro para o STJ e em ambos os casos obtive êxito, utilizando aproximadamente 2 meses e meio, que foi o tempo dos cursos, para estudar todo o conteúdo. Decidi focar no concurso do STJ após a realização da prova do STF para o cargo de Técnico Judiciário – Área Administrativa, no qual me classifiquei. Vi que tinha perdido uma grande oportunidade de ingressar no cargo de Analista do Poder Judiciário e resolvi não perder a última chance que teria no ano: o concurso do STJ, no qual também me classifiquei para Técnico Judiciário – Área Administrativa.

Gosto de fazer cursinho por três motivos: primeiro, para revisar a matéria que já sei ou aprender as novas; segundo, para entender a visão da banca examinadora, o que infelizmente é crucial, já que não basta saber o conteúdo, mas também a visão da banca sobre o assunto; terceiro, para manter um constante ritmo de estudo, determinado pelo desenvolver das aulas do cursinho. Não basta, entretanto, apenas assistir às aulas. Julgo ser de suma importância o aprofundamento por meio da leitura de livros e resolução de exercícios elaborados pela banca examinadora de seu concurso.

Ressalto que o importante para conquistar uma vaga no serviço público não é o tempo de estudo. Muita gente tem medo da concorrência simplesmente porque fulano estuda há 2 anos, ciclano há 1 ano, mas, por experiência própria, eu digo que isso não é um fator relevante. A diferença está na forma de estudar.

Meu método de estudo se baseia em alguns fatores: foco, planejamento e determinação. Quando falo de foco, refiro-me a ter apenas um concurso em mente, não dá certo atirar para todos os lados, o esquema é acordar, estudar, dormir, respirar pensando no concurso de seus sonhos. Dessa forma, é dedicado muito mais tempo para estudar as matérias específicas de seu concurso e para conhecer cada vez mais a banca examinadora que irá te avaliar. É claro que ao longo do percurso surgirão outros concursos e fazer essas provas será uma boa forma de testar os conhecimentos já adquiridos e arriscar a sorte por outros rumos também – o que aconteceu comigo no concurso da CAESB, embora não tenha tomado posse, já que optei pelo BACEN. Para mim, planejamento engloba a programação do que estudar, por quanto tempo e em quais dias. Levo isso tão à sério que cronometro meu tempo de estudo, só assim para saber quantas horas líquidas estive efetivamente em frente aos livros. Por fim, a determinação foi o mais importante dos fatores, pois só com ela foi possível me dedicar quase que exclusivamente aos livros. Sempre que começava a me desanimar, lembrava uma frase de Vicent T. Lombardi: “A diferença entre uma pessoa de sucesso e as outras não é a falta de força, nem a falta de conhecimento, mas particularmente a falta de determinação.”.

Hoje posso dizer de cabeça erguida: VALEU A PENA! Abdiquei-me dos diversos prazeres da vida enquanto estudava. Foi um período tenso, porém acho que todo esforço foi recompensado e não há melhor sensação que o sentimento de vitória. Penso que às vezes se torna necessário dar um passo para trás para conseguir dar um salto à frente e acredito que “quem planta, colhe”, em outra palavras, quem estuda com determinação, consegue alcançar seu objetivo: a aprovação.



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